Muitas vezes é necessário mudar para poder continuar. Os leitores assíduos deste blog (existem?) talvez tenham notado que as postagens estão cada vez mais raras. Posso lhes afiançar que não é por falta de assunto. Talvez nem falta de inspiração, pois lhes garanto que o exercício de critica é praticado diariamente por esses dois saqueadores de vento que lhes escrevem. Falta é saco! Isso mesmo.Nos últimos tempos, fomos tomados por uma espécie de fastio, enjôo, tédio, com toda a situação instaurada no mundo a nossa volta. Nos parece que apesar das mudanças cada vez mais radicais que transformam velhas estruturas sociais em matérias de livros de história, que apesar da constante revolução que a vida pós-moderna, hipermoderna e futuramente quem sabe trans humana nos impele a cada momento, estamos tomados por uma pasmaceira, uma carga absoluta de lodo que insiste em retornar não importando quantas vezes o retiremos.
Essa incapacidade, ou melhor, essa falta de paciência com a realidade construída me empurrou para o mundo da ficção. Eu (Thiago) nos últimos tempos tenho me dedicado muito mais ao campo da literatura do que dos jornais ou livros sociológicos. Portanto fica muito difícil pensar em um tema e sintetiza-lo em um texto critico, como vinha fazendo nesses 14 meses de Ecos Dissonantes.
Buscando dar vazão e ao mesmo tempo buscando motivação para escrever e me dedicar a ficção, pensei em criar um novo blog , porém após algumas conversas meu amigo e co-autor deste blog, percebi que já tem blog demais no mundo, informação demais circulando nesta hiper-realidade que domina nossas vidas. Então decidi que postaria meus textos “literários”, aqui mesmo, no Ecos Dissonantes, esperando que tenha a mesma aceitação que os outros, que tenha comentários e críticas, pois de certa forma a prática da dissonância também passa ficção.
Então simplificando, agora sempre que eu postar algum texto meu, ficcional, ele será “assinado”, constará um postado por Thiago Penna. Eles terão apenas três marcadores, literatura, prosa e poesia., A principio o Guilherme continuará postando como Saqueador de Vento, eu mesmo com certeza continuarei, vez por outra postando sobre outros assuntos também com esse pseudônimo, mantendo nossa brincadeira de não assinar o texto. Espero que vocês gostem. Para inaugurar essa nova fase , nada melhor do que um video maravilhoso e perturbador de um dos meus maiores ídolos.
Essa incapacidade, ou melhor, essa falta de paciência com a realidade construída me empurrou para o mundo da ficção. Eu (Thiago) nos últimos tempos tenho me dedicado muito mais ao campo da literatura do que dos jornais ou livros sociológicos. Portanto fica muito difícil pensar em um tema e sintetiza-lo em um texto critico, como vinha fazendo nesses 14 meses de Ecos Dissonantes.
Buscando dar vazão e ao mesmo tempo buscando motivação para escrever e me dedicar a ficção, pensei em criar um novo blog , porém após algumas conversas meu amigo e co-autor deste blog, percebi que já tem blog demais no mundo, informação demais circulando nesta hiper-realidade que domina nossas vidas. Então decidi que postaria meus textos “literários”, aqui mesmo, no Ecos Dissonantes, esperando que tenha a mesma aceitação que os outros, que tenha comentários e críticas, pois de certa forma a prática da dissonância também passa ficção.
Então simplificando, agora sempre que eu postar algum texto meu, ficcional, ele será “assinado”, constará um postado por Thiago Penna. Eles terão apenas três marcadores, literatura, prosa e poesia., A principio o Guilherme continuará postando como Saqueador de Vento, eu mesmo com certeza continuarei, vez por outra postando sobre outros assuntos também com esse pseudônimo, mantendo nossa brincadeira de não assinar o texto. Espero que vocês gostem. Para inaugurar essa nova fase , nada melhor do que um video maravilhoso e perturbador de um dos meus maiores ídolos.
Mestre Fernando Sabino